Ninguém desaparece de uma vez. Às vezes, vamos nos escondendo aos poucos.
Às vezes, isso acontece de forma silenciosa.
Vamos aprendendo o que esperam de nós.
Dizemos “está tudo bem”, quando não está.
Adiamos, mais uma vez, aquilo que era importante para nós.
E, sem perceber, algumas partes vão ficando em silêncio.
“Uma menina que, em algum momento, aprendeu que talvez fosse mais seguro não ser vista.”
Talvez a sua história tenha sido diferente.
Mas o silêncio costuma deixar marcas parecidas.








